Naquele bordel todas as quintas tinha um casal transando no palco. Um cara de 35 anos e a filha dele, uma loira alta e bunduda que tinha 19 anos, a Márcia. Naquela quinta a Márcia estava na cama no palco do bordel dando o cu pro seu pai, o Nico. Alguns caras ficavam pertinho do palco e batiam uma punheta. De repente o dono do bordel disse:
_Agora quem quer comer a perereca da Márcia compre um número ali com o garçom e depois eu faço o sorteio pra que um de voces, que estão assistindo, também possam comer a perereca da Márcia.
Quase todos caras que estavam ali compraram um número desse sorteio. O dono do bordel botou todos números num vidro e pegou um deles.
_Número trinta e nove, que foi comprado pelo Adilson. Sobe aqui no palco, Adilson, pra comer a perereca da Márcia.
O Adilson tinha sofrido um acidente por isso ele tinha o rosto deformado. Quando o pai da Márcia, o Nico, viu o Adilson, ele pensou:
_Minha filha não é lixo pra dar a buceta pra esse monstro.
Nico foi até os fundos do bordel e no meio de um matagal conseguiu pegar uma perereca. O Nico voltou pro palco do bordel e disse pro Adilson:
_Essa é a perereca da minha filha. Leve ela pra sua casa e coma, assada ou frita.
Adilson pegou aquela perereca na mão e foi pra sua casa chorando.
No outro dia era 8 da manhã e Márcia e seu pai Nico estavam dormindo pelados numa cama de casal. A Márcia acordou e começou a chupar o caralho do pai dela. O Nico acordou e colocou a Márcia de bruços na cama e meteu o cabeção no cu dela. Ele metendo naquele rabo e ela gritando de prazer.
Então ouviram um barulho. O Adilson tinha arrombado a porta e entrou no quarto com um revólver e uma gaiola onde estava a perereca.
_Sua puta, hoje eu vou comer a tua perereca. Mas antes eu vou meter no cu do teu pai. Vagabundo, fica de quatro aqui no tapete.
O Nico ficou de quatro e o Adilson ficou metendo o cano do revólver no cu do Nico. A Márcia foi chegando perto da gaiola da perereca, que o Adilson tinha colocado num canto. Ela abriu a gaiola e pegou a perereca na mão. Ela foi chegando perto do Adilson.
Adilson se virou e , com a boca aberta, apontou a arma pra Márcia. E ela enfiou a perereca dentro da garganta dele. O Adilson morreu asfixiado. A Márcia e o Nico cavaram um buraco no quintal e enterraram o Adilson.
Dois dias depois a Márcia sonhou que estava caminhando nua pelas ruas numa madrugada, numa tempestade. E então o Adilson apareceu e na rua, na tempestade, eles transaram e a Márcia teve o orgasmo mais forte da vida dela.
Depois, em outras noites, Márcia também sonhou que o Adilson comia ela na rua na frente de muitas pessoas. E o prazer que Márcia sentia nesses sonhos era gigantesco.
Um dia 8 da manhã o Nico acordou na cama de casal e viu a Márcia peladona deitada do lado dele batendo uma siririca.
_Filha, voce está batendo essa siririca pensando em mim?
_Não, pai. Estou pensando no Adilson. Todas as noites eu sonho que ele está comendo meu cu e eu tenho orgasmos muito fortes.
Nico sentiu um cheiro parecido com cheiro de porra. Ele achou estranho. E a Márcia disse:
_Pai, voce também sentiu o cheiro da porra do Adilson? Acho que ele está olhando pra minha buceta e bateu um punhetão.
Depois das 4 da tarde a Márcia ia caminhar na avenida. Ela usava uma mini saia branca totalmente transparente e não usava calcinha. Então todas pessoas viam os pentelhos dela, que ela pintava de verde.
Os caras que passavam perto dela aproveitavam pra sarrar, pra encoxar, pra passar a mão na bunda e na buceta dela. Alguns perguntavam:
_Por que voce pinta os pentelhos de verde?
_Eu tenho a perereca toda verde porque foi com uma perereca verde que eu asfixiei meu namorado, o Adilson.
O marido da Márcia é o pai dela. E o namorado dela é um fantasma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário