quinta-feira, 4 de novembro de 2021

batman kolchak e os coringas da noite

 Meu nome é Kolchak. Eu conheci o Batman na rua da baixa prostituição, onde algumas senhoras de 50 anos completamente peladas trabalhavam na calçada na madrugada. E o Batman também tava ali oferecendo o corpo dele pra quem passava ali. Ele perguntou por que eu tava triste e eu disse:

_Eu quero ser repórter mas sou semi analfabeto.

_Então vai no jornal Assassinatos e Surubas que lá eles contratam qualquer bosta.

Eu cantei pro Batman aquela música: "Batman pra mim, Robin pra mim, Batman pra mim" e ele bateu uma punheta pra mim.

E assim me tornei repórter. E minha primeira reportagem foi sobre a morte da minha mãe. O meu irmão me ligou e disse:

_A mãe está morta mas não está morta.

_Como assim?

_Vai pesquisar na wiki, seu burro.

E na wiki eu li que em um país os feiticeiros injetam em algumas pessoas uma substância que produz "um estado de morte clínica onde  os batimentos cardíacos e a respiração tornam-se quase imperceptíveis."

Então a pessoa é enterrada no cemitério e uma hora depois do enterro o feiticeiro desenterra a pessoa. Igual na música do Sandro Becker:

"Quando eu morrer me enterre numa cova funda senão vem um urubu pra comer a minha bula".

E o feiticeiro desenterra a pessoa e injeta nela uma substância que faz a pessoa ficar num "estado semipermanente de delírio psicótico" em que a pessoa acha que é um zumbi. E os feiticeiros obrigam essas pessoas zumbis a trabalharem em fazendas.

Eu chamei o Batman pra impedir que minha mãe fosse dominada pelo feiticeiro. Depois do enterro o feiticeiro Coringa desenterrou a minha mãe. O Batman foi enfrentar o Coringa mas levou uma surra  tão violenta que  se mijou. Eu fui enfrentar o Coringa e a minha mãe me disse:

_Vai tomar no cu, Kolchak. Meu grelo tá durinho de tanta vontade de foder com o Coringa e você tá me atrapalhando, seu fodido.

Ela tirou da calcinha um facão e jogou em mim o facão, mas o facão acertou o peito do Coringa e matou ele. Minha mãe começou a chorar mas então o irmão gêmeo do Coringa chegou e a minha mãe foi pro motel com ele.

Eu e o Batman fomos pra bat caverna e eu bebi e cantei a música do Falcão:

_"Ai, minha mãe, minha mãe. É a mulher do meu pai."

Dizem que cu de bêbado não tem dono. Eu acordei com dor no rabo e no meu cu tava uma camisinha cheia de pôrra. Eu fui até a casa da minha irmã e disse pra ela:

_Você quer engravidar do Batman ? Nessa camisinha tem a pôrra do Batman.

Ela abaixou a saia e a calcinha na minha frente e colocou aquela pôrra dentro da vagina dela.

Aqui nos Estados Unidos também tem um programa que paga teste de DNA pros pobres. E naquele dia eu, minha irmã e o Batman estávamos nesse programa e o apresentador perguntou pra mim:

_Como é o comportamento sexual da sua irmã?

Eu cantei a música do Luiz Gonzaga:

_"De manhã cedo já tá pintada. Vive suspirando, sonhando acordada. Ela só quer, só pensa em namorar."

O teste do DNA mostrou que o pai do filho da minha irmã é o Batman. Ele protestou dizendo que é totalmente gay. O apresentador ficou furioso e deu um soco na boca do Batman que o Batman cuspiu meio litro de sangue e 8 dentes quebrados.

No dia das mães eu fui até a casa da minha mãe e ela abriu a porta de sutiã e calcinha e  disse:

_O que você quer, caralho? O Coringa estava quase gozando na minha buceta e você começou a bater na porta. Estragou minha foda, seu fodido de bosta.

E eu cantei pra ela a música do Agnaldo Timóteo:

_"Mamãe, mamãe, tu és a razão dos meus dias".


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