A professorinha é uma loira alta e bunduda de 18 anos, corpo e rosto perfeitos, um tesão. Ela tinha um aluno muito mais velho que os outros, um caipira que tinha 17. Um dia estavam todos na fila e ela viu que o caipira tava de caralho duro.
_Meus anjinhos, esperem que eu vou levar esse caipira pra biblioteca.
Ela pegou a mão dele e levou-o pro banheiro.
_Aqui não é a biblioteca.
_Estamos aqui porque hoje o aluno mais burro vai ensinar a professora. Eu preciso de uma aula prática de sexo. Eu sou virgem. Minha família me vigia o tempo inteiro. Eles só aceitaram que eu tivesse namorado porque o Rui frequenta sempre a igreja. Mas ele é brocha. Eu disse pro pai que quero trocar de namorado e o pai disse que meu primeiro beijo foi com o Rui, por isso eu tenho que casar com o Rui. Eu quero muito dar, então já que voce está aqui voce vai me inaugurar. Voce já comeu alguém?
_Só as galinhas do galinheiro do meu vizinho. Antes de chegar no colégio eu comi quatro penosas.
__E lavou o cabeção depois?
__Não.
_Então lave porque minha primeira vez não vai ser com um caralho sujo de merda de galinha.
Depois ela foi pro reservado, sentou pelada no vaso, e o caipira sentou nas coxas dela e começou a meter o cabeção naquela xota. Ela era apertadinha, e a professorinha sentia dor e gemia baixinho. Mas quando o caipira rompeu o cabaço, ela gritou alto.
_Vou ter que ir pro hospital. Estou sangrando.
_Não seja burra, professora. Uma vez eu já tirei o cabaço de uma outra cadela, e ela também sangrou.
Os alunos da professora estavam fazendo uma zona na sala. A diretora foi lá e depois foi ao banheiro procurar a professora e viu que ela estava fodendo. Telefonou pro seu amigo delegado. Dez minutos depois o cara já tava ali e com um pontapé arrombou o reservado.
_Voce está presa por estupro porque ele tem 17.
_Mas ele concordou. Só ia ser estupro se ele tivesse menos de 15.
_Nessa cidade a lei sou eu.
A professora pensou que seu pai ia matá-la depois que soubesse tudo aquilo. Ela empurrou o delegado. Ele caiu de cabeça no chão e desmaiou.
O caipira e a professora foram até a casa dela. Os pais dela estavam trabalhando.
_Porra, tem pouco dinheiro aqui em casa. Mas isso já dá pra irmos até o Rio. Meu pai nunca deixou eu usar uma saia que mostrasse o joelho. Agora eu vou pra Copacabana fazer topless.
O caipira só tinha seu vô e foi se despedir dele.
_Vô, eu subi na vida. Eu comia as galinhas do vizinho e agora estou comendo uma galinha que é professora.
_Então mete bastante na cloaca dela e arranque algumas penas.
No Rio eles entregaram todo dinheiro que tinham pra poderem ficar uma semana num quarto de pensão. E numa bela tarde lá estavam na praia o caipira e a professorinha balançando suas tetonas nuas , usando um fio dental tão pequeno que um pedaço do lábio da sua buceta estava aparecendo. Ela tinha depilado tudo. Um cara olhou pra buceta dela e perguntou:
_Putona, quanto está custando pra foder essa carequinha?
Ela olhou pro caipira e disse:
_Talvez voce tenha ciúme, mas já estamos sem dinheiro pra comer, por isso ele vai me comer.
A professora e o cara entraram no mar até que a água cobrisse seus ombros. Então ele deu tres na buceta dela. Depois ela ficou de costas pra ele e o cara arrombou aquele cu.
Tinha uns dez caras ali perto que gritavam:
_Tá fodendo, tá fodendo!
Depois eles também foderam ela ali no mar. Quando ela voltou pra perto do caipira ela disse:
_Porra, aqueles caras me encheram de porra e de dinheiro. Vamos comprar um 38 pra voce.
_Por que, professora? Voce não está satisfeita com meus 18 centímetros?
_Ali no mar um cara bateu com muita força na minha bunda e enquanto eu sentia dor eu tive quatro orgasmos. Mas esses caras são de classe média. Eu quero apanhar dos malandros pobres. Eu sei que aqui no Rio existe a zona da baixa prostituição, onde as putas dão o cu no meio da rua. Voce vai ficar perto com um 38 se alguém passar do limite. Agora não somos mais professora e aluno. Agora somos puta e cafetão. Voce tem ciúme?
_Não, puta. Voce é muito mais gostosa que as galinhas do meu vizinho. Por isso eu não me importo de dividir sua cloaca e suas penas com outros machos.
Naquela madrugada a professora começou a trabalhar no meio da rua lá na zona. O primeiro fregues comeu o cu dela duas vezes ali na calçada e depois pagou e foi embora. E o caipira estava escondido ali perto observando. O segundo fregues botou ela de quatro no meio da rua e com um cinto deu nela uma surra que deixou a bunda e as coxas dela marcadas. Ela gritava de dor. Depois o cara fodeu o rabo dela espancando-a. Ele não pagou e foi embora.
O caipira perguntou pra ela:
_Essa surra passou do limite?
_Não, eu fiquei louca de tesão, tive orgasmos enquanto ele me espancava.
_Meu vô já dizia: as santinhas são as mais taradas. Voce ia pro colégio com aquelas saias que cobriam até o tornozelo e agora está aqui no meio da rua peladona, com a cloaca toda arreganhada.
_Seu vô também fode galinha?
_Até tres anos atrás ele fodia. Agora está brocha.
Quando voltaram pro quarto deles a professora tava pelada e disse pro caipira:
_Vamos fazer um vídeo pro teu vô que é tarado por galinha. Mete um ovo na minha buceta e comece a filmar.
Seis da manhã o velhinho acordou e viu que havia chegado um vídeo no whatts.
_É a professorinha gostosa, toda peladona, com a chimbica carequinha. Agora ela tá arreganhando a xota. E agora ela botou um ovo. Eu já vi muita mulher galinha, mas botando um ovo pela cloaca é a primeira vez. Eu prefiro o ovo, porque o ovo eu posso comer. E essa professorinha eu já não posso comer, nem se essa galinha pegasse minha micharia e metesse dentro da buceta dela.
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