A casa da Angela era diferente. Tinha cadelas no cio pra quem gosta de zoofilia. E havia regras pra agredir as garotas, sadismo liberado com regras. Alguns caras preferiam comer elas e agredi-las no salão com todos assistindo.
Um dia cheguei lá e me apaixonei por uma cadela branca, sem raça definida, que tinha tamanho de doberman. Comecei a foder ela na frente de todo mundo. A Carmela chegou pelada ali e me perguntou:
_Terminei um programa. Voce não me quer?
_ Já estou indo. Depois que eu comer a cadela eu te como, Carmela.
A dona do puteiro me disse:
_Tem mais gente querendo a cadela.
_ Já estou terminando.
E fiquei mais 20 minutos naquela bucetinha cor de rosa. Ela lambia minha boca, era o beijo dela.
_Porra, Vander, terminei outro programa e voce ainda tá com essa cadela.
_Tá certo, já estou terminando a cadela e vou te comer, Carmela.
Angela veio me cobrar pelo tempo que fiquei com a cachorra. Fiquei endividado e fui pra casa.
Minha mãe tava na sala tomando café.
_Vagabundo, não trabalha nem estuda, é só putaria.
Minha irmã apareceu de lingerie transparente. Dava pra ver os mamilos grandes e a bucetona depilada. Uma loira bunduda com cara de tarada.
_Miguel, nesse puteiro tem alguma puta mais gostosa que eu?
_Tem, Bianca. É uma cadela branca.
Minha mãe ficou apavorada e disse que ia marcar psiquiatra pra mim. Fui tomar banho no chuveiro. Bianca entrou no banheiro e disse:
_A mãe foi pro trabalho. Nossa foda tá liberada.
Ela tava mijando no vaso e eu no chuveiro acertei uns jatos de mijo nos peitos dela. Ela ficou rindo. Depois disse:
_Me fode do jeito que um cachorro fode uma cadela.
Fiquei metendo na xota dela de um jeito selvagem . Ela gritava de tesão. De repente tirei o pau da buceta e disse:
_ Vamos transar junto com a cadela branca, Bianca.
_Voce precisa de um psiquiatra.
Fui de carro até a casa da Angela. Todas putas estavam dormindo depois de uma noite de trabalho. A cadela saltou com as patas em mim, abanando o rabo toda feliz. Voltei pra casa levando meu amor. E a Bianca disse:
_Voce vai casar com ela? Só se for naquela religião de malucos que bebem drogas líquidas.
_Bianca, voce mete os dedos na xota da branca que eu meto o caralho no teu cu.
Foi um tesão aquele trenzinho. Eu, a minha irmã gostosona e o meu amor que tinha quatro patas, todos nós fodendo juntos. Eu gozei, Bianca também, e a cadela branca parece que gostou das dedadas da Bianca. Fiquei com ciúme.
Fodi a branca na frente da Bianca e minha irmã ria e se masturbava. Eu disse:
_Bota esse grelo pra cadela branca chupar.
Bianca botou a buceta no focinho da branca. A cadela ficou lambendo. Bianca gemia e gritou:
_Porra, essa cadela fode bem mesmo.
Fui dar outra no cu da Bianca e a cadela mordeu minha cara. Acho que foi ciúme. Ela sabia que o macho dela tinha que ser só dela. O corte sangrava.
Bianca foi guiando pra me levar pro hospital. Bianca disse pra uma enfermeira idosa:
_Eu sou a Bianca e esse é o Miguel.
_Voce é mulher dele?
_Sou, quando ele não está com putas e cadelas. Mas sou irmã dele. Irmã, namorada e amante dele.
_Como foi esse ferimento, rapaz?
_A cadela branca me mordeu.
_Sua irmã Bianca te mordeu?
_Não, foi a cadela.
A idosa gritou:
_Voce me chamou de cadela, seu filho da puta.
E a velha deu um soco no meu ferimento.
(quem conheceu a Velha Surda da Praça percebeu que esse último trecho foi uma homenagem pra essa personagem.)
A estória é uma mistura de realidade com ficção e os nomes que usei são fictícios.
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