Paula saiu do quarto e entrou pelada na sala onde o pai dela e os 2 irmãos dela almoçavam.
_Estão comendo o que?
__Rabada.
_Voces preferem essa rabada ou o meu rabão gostoso?
E Paula dançou funk pelada e o pai dela e os irmãos olhavam aquela bucetona toda depilada e conseguiram ver até o cu dela.
Paula tem 16 anos, é uma loira alta, bunduda, muito linda com cara de safada.
O pai dela perguntou:
_Voce quer ir no enterro de uma prostituta?
_Talvez. Voces já tinham fodido ela?
O irmão respondeu:
_Já. Todos os sábados a gente ia lá pra rua da baixa prostituição e nós tres ficávamos fodendo a Guta no meio da rua. Ela fazia desconto pra gente porque somos uma família.
A Paula colocou uma mini saia, um sutiã e a sandália e entrou no carro do pai dela e eles foram pro cemitério. Chegando lá viram o filho da puta, um adolescente de 17 anos, e a vó dele. O filho da puta olhou pra família da Paula e disse:
_Só voces vieram. Pra enterrar o cacete no rabo da minha mãe tinha 50 caras. Mas pra participar do enterro dela só voces é que chegaram aqui.
Depois que o coveiro cobriu o caixão com terra , o pai da Paula disse pro filho da puta:
_A sua mãe dizia que a morte é algo natural, porque ou a pessoa vai pra junto de Deus ou então a pessoa vai pro inferno pra fazer orgia por toda a eternidade.
_É verdade. A minha mãe dizia que ela queria que o enterro dela fosse uma grande suruba.
A mãe da prostituta entregou pro pai da Paula uma garrafa com o rótulo arrancado.
_Está calor. Bebam esse refrigerante.
Mas dentro daquela garrafa tinha o absinto Hapsburg, com teor alcóolico de 89 graus. O pai da Paula e os dois irmãos dela beberam. A Paula percebeu que seu pai e seus irmãos ficaram muito loucos depois de beberem e ela disse:
_Pai, a mulher que morreu queria que o enterro dela fosse uma suruba. Vamos realizar a vontade dela. Eu sempre quis fazer incesto com voce e com meus irmãos e voces não queriam. Mas o momento é esse.
Ela abriu a calça do pai e começou a chupar o caralho dele.
_Filha, isso não é certo. Mas estou confuso, estou vendo luzes verdes.
Paula ficou pelada de quatro e disse:
_Pai, arromba meu cu.
E ele se ajoelhou encostado naquela rabão e foi metendo o cabeção naquele cu. A Paula gritava de prazer e os irmãos dela batiam punheta. E o filho da puta disse pra vó dele:
_Vó, a mãe queria que o enterro dela fosse uma suruba. Então me dá teu rabo.
_Não, eu prefiro dar pros irmãos daquela putinha loira.
O irmão da Paula disse:
_A senhora tem uns 50 anos mas está muito bonita. Só que eu e meu irmão estamos esperando o pai desocupar o cu da Paula pra nós fodermos ela.
Então a coroa tirou a roupa, ficou de quatro e disse pro neto:
_Se os gostosos não querem meu rabo, então pode ser voce mesmo, meu neto filho da puta.
E o neto começou a comer o rabo da vó.
Depois que o pai da Paula esporrou dentro da Paula ele foi vomitar o absinto. E os dois irmãos da Paula ficaram por cima dela fazendo uma dupla penetração na buceta dela. A Paula gritava igual uma tarada no cio.
Depois que os dois caras esporraram dentro da irmã deles, eles viram que tinha um cara ali cavando uma cova. O cara disse:
_Voces estão fazendo tanta putaria que eu estou morrendo de tesão. Se eu morrer de tesão eu vou me enterrar nessa cova.
A Paula disse:
_Caralho, que papo de maluco. Você é louco?
_Sou. Eu fugi do hospício ontem e cheguei na rua da baixa prostituição e uma puta me disse: ME MATE DE TESÃO COM O SEU PAU.
_Ali na rua tinha uma madeira e eu matei ela com uma paulada na cabeça. Matei de tesão com o pau.
O filho da puta disse:
_Então foi voce que matou minha mãe!
A mãe e o filho da puta estavam nus, e o pai da Paula e seus dois filhos estavam nus, e a Paula tava peladona. Os seis pelados correram atrás do louco pelas ruas. Na avenida os pelados agarraram o louco e disseram:
_Nós te condenamos a oito anos de dor no rabo. Voce vai ter que vender o cu lá na rua da baixa prostituição onde a Guta trabalhava.
_Só se essa putinha loira também ficar dando o rabo lá junto comigo.
A Paula disse:
_No primeiro dia eu posso ir com voce. Eu sempre quis vender meu cu no meio da rua.
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