terça-feira, 8 de dezembro de 2020

muito incsto e sruba no enterro da pta

 Paula saiu do quarto e entrou pelada na sala onde o pai dela e os 2 irmãos dela almoçavam.

_Estão comendo o que?

__Rabada.

_Voces preferem essa rabada ou o meu rabão gostoso?

E Paula dançou funk pelada e o pai dela e os irmãos olhavam aquela bucetona toda depilada e conseguiram ver até o cu dela.

Paula tem 16 anos, é uma loira alta, bunduda, muito linda com cara de safada.

O pai dela perguntou:

_Voce quer ir no enterro de uma prostituta?

_Talvez. Voces já tinham fodido ela?

O irmão respondeu:

_Já. Todos os sábados a gente ia lá pra rua da baixa prostituição e nós tres ficávamos fodendo a Guta no meio da rua. Ela fazia desconto pra gente porque somos uma família.

A Paula colocou uma mini saia, um sutiã e a sandália e entrou no carro do pai dela e eles foram pro cemitério. Chegando lá viram o filho da puta, um adolescente de 17 anos, e a vó dele. O filho da puta olhou pra família da Paula e disse:

_Só voces vieram. Pra enterrar o cacete no rabo da minha mãe tinha 50 caras. Mas pra participar do enterro dela só voces é que chegaram aqui.

Depois que o coveiro cobriu o caixão com terra , o pai da Paula disse pro filho da puta:

_A sua mãe dizia que a morte é algo natural, porque ou a pessoa vai pra junto de Deus ou então a pessoa vai pro inferno pra fazer orgia por toda a eternidade.

_É verdade. A minha mãe dizia que ela queria que o enterro dela fosse uma grande suruba.

A mãe da prostituta entregou pro pai da Paula uma garrafa com o rótulo arrancado.

_Está calor. Bebam esse refrigerante.

Mas dentro daquela garrafa tinha o absinto Hapsburg, com teor alcóolico de 89 graus. O pai da Paula e os dois irmãos dela beberam. A Paula percebeu que seu pai e seus irmãos ficaram muito loucos depois de beberem e ela disse:

_Pai, a mulher que morreu queria que o enterro dela fosse uma suruba. Vamos realizar a vontade dela. Eu sempre quis fazer incesto com voce e com meus irmãos e voces não queriam. Mas o momento é esse.

Ela abriu a calça do pai e começou a chupar o caralho dele.

_Filha, isso não é certo. Mas estou confuso, estou vendo luzes verdes.

Paula ficou pelada de quatro e disse:

_Pai, arromba meu cu.

E ele se ajoelhou encostado naquela rabão e foi metendo o cabeção naquele cu. A Paula gritava de prazer e os irmãos dela batiam punheta. E o filho da puta disse pra vó dele:

_Vó, a mãe queria que o enterro dela fosse uma suruba. Então me dá teu rabo.

_Não, eu prefiro dar pros irmãos daquela putinha loira.

O irmão da Paula disse:

_A senhora tem uns 50 anos mas está muito bonita. Só que eu e meu irmão estamos esperando o pai desocupar o cu da Paula pra nós fodermos ela.

Então a coroa tirou a roupa, ficou de quatro e disse pro neto:

_Se os gostosos não querem meu rabo, então pode ser voce mesmo, meu neto filho da puta.

E o neto começou a comer o rabo da vó.

Depois que o pai da Paula esporrou dentro da Paula ele foi vomitar o absinto. E os dois irmãos da Paula ficaram por cima dela fazendo uma dupla penetração na buceta dela. A Paula gritava igual uma tarada no cio.

Depois que os dois caras esporraram dentro da irmã deles, eles viram que tinha um cara ali cavando uma cova. O cara disse:

_Voces estão fazendo tanta putaria que eu estou morrendo de tesão. Se eu morrer de tesão eu vou me enterrar nessa cova.

A Paula disse:

_Caralho, que papo de maluco. Você é louco?

_Sou. Eu fugi do hospício ontem e cheguei na rua da baixa prostituição e uma puta me disse: ME MATE DE TESÃO COM O SEU PAU.

_Ali na rua tinha uma madeira e eu matei ela com uma paulada  na cabeça. Matei de tesão com o pau.

O filho da puta disse:

_Então foi voce que matou minha mãe!

A mãe e o filho da puta estavam nus, e o pai da Paula e seus dois filhos estavam nus, e a Paula tava peladona. Os seis pelados correram atrás do louco pelas ruas. Na avenida os pelados agarraram o louco e disseram:

_Nós te condenamos a oito anos de dor no rabo. Voce vai ter que vender o cu lá na rua da baixa prostituição onde a Guta trabalhava.

_Só se essa putinha loira também ficar dando o rabo lá junto comigo.

A Paula disse:

_No primeiro dia eu posso ir com voce. Eu sempre quis vender meu cu no meio da rua.

Nenhum comentário:

Postar um comentário