terça-feira, 22 de dezembro de 2020

minha irma me trocou pelo cão e mostrou a xta p multidao

 Eu tenho uma irmã gemea, a Roberta, uma cavalona loira bunduda que tem 19 anos. Desde nossa adolescencia eu durmo na cama dela, no quarto dela. Ela dorme e eu fico punheteando olhando a raba dela, ela dorme de calcinha fio dental. Eu encosto devagarzinho naquele rabo pra ela não acordar. Quando sinto que vou gozar eu tiro a meia e esporro dentro da meia. Um dia ela acordou e disse:

_Porra, Renato, que cheiro de porra. Voce bateu punheta enquanto eu dormia, seu tarado?

_Não, Roberta. E hoje eu li que se a irmã bate uma punheta pro irmão, isso não é incesto.

Eu tirei meu cabeção duro pra fora da bermuda e ela disse:

_Eu só bato uma pra voce se voce fizer um samba pra me homenagear. 

Eu fiz o samba no outro dia e cantei pra ela:

 _Dá teu cu, dá teu cu, faz a alegria desse povo. Dá teu cu, dá teu cu. Que eu te dou meu ovo. Dá teu cu, dá teu cu, porque foder no meio da rua não é vexame. Dá teu cu, dá teu cu, e eu te dou o meu salame. Dá teu cu, dá teu cu, e nem precisa emprestar tua buceta. Dá teu cu, dá teu cu, e deixa eu dar beijinho nessa teta. Dá teu cu, dá teu cu, porque estou me acabando na punheta, dá teu cu, dá teu cu, e se não quiser pode dar tua buceta. Dá teu cu, dá teu cu, porque só quem dá pra mim é a cachorra. Dá teu cu, dá teu cu, que eu te dou um litro de porra. Dá teu cu, dá teu cu, porque eu estou tentando te comer há 4 anos. Dá teu cu, dá teu cu, e depois dá também esse teu anus. 

Depois que eu cantei ela deu um tapa na minha cara e disse:

_Tarado, eu sou tua irmã e voce quer foder meu cu. Agora voce não vai mais dormir no meu quarto. Agora eu vou dormir só com o Peidorreiro.

Nosso cachorro vira lata é o Peidorreiro, o nariz da gente fica ardendo, é tanto pum sufocante. E toda noite ela dormia junto com o Peidorreiro na cama. Mas de meia em meia hora eu ia até a porta do quarto dela pra ver se o Peidorreiro tava fodendo minha irmã. Ela dormia e o Peidorreiro encostava o caralho duro na bunda dela e eu morria de ciúme. 

No sábado de carnaval ela me disse:

_No carnaval tudo pode, tudo fode. No carnaval mulher fode com porco, e irmão fode a irmã.

Então eu joguei ela na cama, abaixei a calcinha dela e meti meu cacete duro naquela buceta toda depilada.

_Pára, Renato! Voce enlouqueceu, seu tarado?

Mas ela começou a gemer de prazer e gritou:

_Fode mais e me bate! Fode mais e me bate!

Eu  enchi ela de tapas naquelas coxonas gostosas, e na cara dela, e ela gritava de prazer e o cachorro Peidorreiro estava na cama junto com a gente. Ele encostava o caralho duro nos seios da Renata enquanto eu comia ela. Eu gozei e já quis dar uma segunda. Ela me empurrou e disse:

_Agora eu tenho que me fantasiar pra desfilar na escola de samba.

Ela tirou toda a roupa e grudou um adesivo de quatro centimetros na racha. Eu perguntei:

_isso é uma fantasia? Esse adesivo só tapa a metade da tua racha. Voce vai desfilar sem nada pra cobrir teu cu?

__É, Renato, eu vou desfilar na avenida mostrando o cu e a buceta pro povo.

Na arquibancada eu assistia o desfile. O adesivo da Roberta caiu e ela ficou sambando mostrando a racha abertinha pro povo. Ela curvava o corpo pra frente e abria as pernas, ela arreganhava a bunda com a mão pro povo olhar o cu dela. 

O povo olhava o cu dela e eles gritavam:

_Dá alcóol pra mim, dá alcu pra mim, que eu te dou um aipim

Dois caras levaram ela pro canto de um carro alegórico e um cara fodia o cu dela e o outro fodia a buceta dela. E o povo gritava:

_Só capim-canela. Só capim-canela.

Depois que os dois caras foderam bastante ela , um narigurudo e um baixinho subiram no carro alegórico e também foderam ela. Eu pulei a arquibancada e pulei pra avenida. O guarda chegou pra me prender e eu disse:

_Eu sou irmão da Roberta.

Eu subi no carro alegórico e fui metendo o caralho no cu dela. Ela disse:

_Hoje  é carnaval por isso hoje tu pode. Mas se amanhã tu quiser me foder eu quebro teu nariz e tu se fode.

O povo percebeu que eu sou irmão gemeo dela e o povo gritava:

_incesto no carnaval, o irmão da puta metendo o pau!

Depois do desfile ela foi pro motel com 5 caras. Eu fui pra casa e fiz um samba. E quando amanheceu ela voltou pra casa só com o tapa sexo. A mãe começou a bater nela e a Roberta gritou:

_É carnaval, mãe.

Eu cantei meu samba pra ela:

 _O olho da minha gata é verde escuro e olhando o olhar dela eu fico de pau duro. E o olho de baixo dela também é sensacional . O olho de baixo dela está querendo o meu pau. Ela é bonita do cabelo até os pés e no carnaval ela vai de topless. Mostrando pra todo povo na avenida o seu corpo nu. Apareceu até o xibiu. Quando ela foi mexer na sandália apareceu até o cu. Todo mundo viu aquele cu arreganhado que deixou o povo todo excitado. O tapa sexo dela tinha 4 centímetros e meio e não tapava nem os pentelho e de repente o povo viu até o grelo. Depois que a escola de samba dela desfilou a avenida toda se alagou,  toda inundada de porra, porque todo povo esporrou vendo a xota dessa puta galinha e cachorra. E mesmo que eu morra em fevereiro eu vou de novo pra ver ela mostrar a buceta pro povo e vou dar pra ela o meu ovo.

Ela disse:

_Esse teu samba é de doer o ouvido, mas eu vou deixar voce dormir na minha cama outra vez. Mas eu acostumei a dormir com o Peidorreiro. Agora vai ser nós tres.

E toda madrugada ela dorme e eu encosto meu pau duro na bunda dela e o cachorro encosta o caralho duro nas tetas dela. É um paraíso do prazer total a cama da minha irmã  e de tesão eu quase morro. O problema é os peidos do cachorro.


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