quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

beatriz vende calcinha empresta a bceta e aluga a teta

Na frente da loja uma vendedora loira com uma mini saia que deixava as coxonas dela expostas, um decote e os seios grandes expostos. Gérson ficou olhando pra ela.

_Gato, voce quer comprar?

_Quero. Quanto custa?

Ele fez essa pergunta olhando pros seios dela.

_Voce quer comprar uma mini blusa igual essa?

_É uma boa idéia, 51. Seu corpo é quase igual o da minha irmã. Essa sua mini blusa ia ficar bem no corpo da minha irmã.

A vendedora tinha 25 anos, loira alta, coxuda, bunduda, peituda. Ela pegou uma mini blusa ainda mais decotada.

_Gato, voce gosta dessa?

_Veste pra eu ver.

Ela foi até o provador. Ficou de topless e não fechou a cortina, balançando os seios na frente do Gérson. Mas o Gérson fechou a cortina quando entrou no provador e começou a chupar aquelas tetonas. Saiu leite pelos mamilos.

_Voce está amamentando, gata?

_Sim, meu filho tem 5 meses.

Gérson chegou em casa e disse pra irmã:

_Olha a roupa que comprei pra voce, Luisa.

Ela tirou a camiseta e o sutiã na frente do Gérson e ele pensou:

_Eu passo o dia afim de agarrar essa louca e ela fica mostrando as tetas pra mim.

Ela agradeceu a roupa com um selinho e disse:

_Faz uma massagem em mim?

_É quase 6 da tarde, Luisa, e depois das seis eu tenho que... tenho  que estudar anatomia na casa de uma colega.

_Tá fodendo! Quem voce vai comer?

__ Voce. Uma gata parecida com voce.

_Gérson, voce tem tesão em mim e não adianta esconder.

_Cala a boca, sua louca.

6 horas Gérson estava na frente da loja e a vendedora apareceu.

_Vou te levar  pro céu, gata.

_Voce comprou aquela blusa e acha que minha buceta é o brinde? Eu não vendo a buceta.

_Então empreste a buceta.

_Emprestar eu posso. Vamos pro motel.

No motel ele já mamou mais um pouco.

_Chega, gato, meu filho vai ficar sem leite.

Ele meteu o caralho nela. Socava forte e ela gritava. Depois de gozar  ele virou ela de bruços, passou um lubrificante, colocou o cabeção, ficou socando forte naquele rabo.

_Vai mais devagar, cara.

Quando gozou ele disse:

_Que tesão, Luisa!

Depois deu mais duas na buceta. Quando tirou o pau de dentro dela a gata perguntou:

_Quem é essa Luisa que voce falou quando gozou?

_Minha irmã.

_Tarado.

_E voce está chifrando seu marido com um tarado.

_Gato, meu marido também bebe meu leite. Se eu não cuido meu filho fica sem leite.

E Gérson quase todos os dias comprava uma calcinha fio dental naquela loja, e dava umas chupadas na vendedora gostosa. Chegava em casa e dava a calcinha pra irmã. E a irmã Luisa desfilava no quarto só com a calcinha nova e sutiã pro Gérson olhar aquele rabão.

_Gérson, voce me olha com essa cara de tarado qurendo comer meu rabo e não faz nada.

_Luisa, eu vou morar em outra cidade senão um dia nós vamos começar a transar.

_E voce vai conseguir viver sem mim?

_Conheci uma gata que é muito parecida com voce. Ela é casada.

_Gérson, mulher casada é problema. É melhor ficar comigo.

_Voce não entende que o problema maior é se nós transarmos e ficarmos tão apaixonados que todos vão perceber.

_Gérson, seu babaca, todos já sabem que eu tenho tesão em voce. E todos percebem  que voce está babando de tesão por mim.

Luisa tirou a roupa, arreganhou a buceta com a mão e disse:

_Mete teu pau  aqui dentro porque é isso que voce mais quer na vida!

Gérson saiu dali e foi encontrar a vendedora. No motel ele disse pra vendedora:

_Eu tenho uns parentes em Maringá. Eu consigo um emprego pra voce lá. Nós alugamos um apartamento pra nós dois e teu filho.

_A empresa onde meu corno trabalha tem uma filial em Maringá. Vou convencer ele a ir pra Maringá. Eu fico morando com ele lá e voce vai continuar sendo o amante.

__Eu quero ser teu marido, Luisa... Beatriz...

_Porra, cara, eu não sou a tua irmã Luisa! Voce é doente!

E a vendedora Beatriz e o corno foram morar em Maringá. E Gérson também, pra ajudar a Beatriz a chifrar o corno. Gérson pensava:

_Se eu ajudo a meter chifre eu não presto. Mas pelo menos eu me controlei e não cometi um incesto.


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