sábado, 27 de março de 2021

carne nova

 11 da noite. Aline estava no colégio. Tem 18 anos mas ainda está no ensino médio. É baixinha, 1 e 65, bunduda e coxuda, seios pequenos. Morena mas pinta o cabelo de ruivo.Na turma 301 do último ano do ensino médio estavam os alunos repetentes.

Os piores eram os caras que sentavam no fundo. Drogados que ficavam assistindo pornô no celular e punheteando durante a aula. Mas no canto esquerdo no fundo da sala estavam a Aline e a Bárbara, namorada dela. Os caras do fundão punheteavam enquanto a Aline e a Bárbara faziam um troca-troca de siririca. A ruiva siriricava a loira e depois a loira siriricava a ruiva. A professora gritou:

_Eu sei que a turma 302 é um puteiro de drogados mas vocês duas, suas putas do caralho, gemam mais baixo. A escola inteira não precisa saber que vocês estão fodendo.

Onze e meia da noite terminaram as aulas e a professora chegou perto da Aline e da Bárbara.

_Gostosas, desculpe eu ter xingado vocês. Será que hoje rola uma rapidinha?

Aline respondeu:

_Vamos que hoje eu vou fazer sua buceta pegar fogo, professora.

As duas alunas e a professora entraram no fundo de uma casa abandonada. A professora estava  em pé e a Aline ajoelhada chupava o grelo dela e a Bárbara por trás chupava o cu da professora.

Depois a Aline pegou um caralhão de borracha e ficou metendo na buceta da professora e a Bárbara metia os dedos no cu quarentona.

_Garotas, eu agradeço pelos orgasmos de hoje. Vocês duas são uns anjos.

_Professora, venha com a gente pra boate do Paulo.

_Eu não sou lésbica pra ir lá. Eu vou é foder com o meu gatinho de 16 anos.

_Você tem idade pra ser vó dele, sua p3d0fyl@!

A professora tem  45 anos mas nem parece. O corpão está tudo em cima, ela é um tesão.

Aline e Bárbara foram pra boate do Paulo. Boate LGBT. Ele é nudista por isso tentava convencer os frequentadores do lugar a dançarem pelados. E a maioria dançavam sem roupas. E nos cantos do salão rolava sexo oral, e no salão tinha bastante punhetagem e siriricagem.  A Aline e a Bárbara estavam peladas e a Aline disse:

_Finalmente apareceu carne nova nesse açougue. Olha aquela peituda . Hoje eu vou mamar muito naquelas tetas.

Aline já chegou beijando de língua a peituda e já foi chupando os mamilos dela e metendo os dedos naquela buceta.

_Vem pro quarto dos fundos foder comigo e com minha namorada.

No fundo da boate haviam uns quartos onde as pessoas transavam. Aline, Bárbara e a peituda foram pra um quarto.  E as duas estudantes ficaram socando os dedos e o caralho de borracha no cu e na buceta da peituda. E os mamilos dela ficaram até doloridos de tanto que as duas estudantes chuparam e morderam aqueles peitos.

A peituda também meteu bastante no cu e na buceta das duas gatas. Gritavam bastante, principalmente no momento dos orgasmos. Depois de mais de uma hora de fodeção a Aline disse pra peituda:

_Me encharca com teu mijo quente.

E a mulher mijou bastante no rosto, no cabelo e no corpo da Aline.

A casa da Aline é perto da boate por isso as duas namoradas foram caminhando até a casa. Naquelas ruas quase não passavam carros e pessoas durante a madrugada, por isso elas foram caminhando peladas. Numa rua havia um gramado e elas deitaram no gramado  e transaram.

Quando Aline entrou em casa o pai dela gritou:

_Não basta andar pelada na rua ainda está com o corpo inteiro fedendo a mijo. Seu cabelo tá encharcado de mijo. Eu vou te matar, sua puta!

Ele botou ela de quatro no tapete da sala e enquanto comia o cu dela, ela dava socos nas costas e na cabeça dela, e tapas violentos no rosto. Ela gritava de um jeito que parecia que estavam matando ela. Os vizinhos acordaram. Já estavam acostumados com os gritos da Aline e com as surras que o pai drogado lhe dava. Os vizinhos achavam que ela tinha que apanhar mesmo porque é puta.

O drogado gozou no cu dela, deu os últimos socos e pontapés nela  e foi dormir. A vó dela e o irmão dela vieram ajudar a Aline e a vó disse:

_Vou chamar a polícia.

_Não precisa, vó. Eu gosto de apanhar.

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