Valquiria está estudando no horário noturno, porque ela é vampira e não pode andar na rua durante o dia. Onze e trinta da noite as aulas terminaram e no portão da escola a Emma disse:
_Valquiria, meu amor, onde você mora?
_É aqui perto, basta atavessar umas 3 ruas.
_Então eu vou acompanhar você, minha mulher, até sua casa.
_Pode me acompanhar, amor. Vamos peladas.
_Nós podemos porque esse bairro é tranquilo, quase ninguém anda na rua depois da meia noite. Só alguns adolescentes usando aqueles produtos.
Elas tiraram a roupa e as sandálias.
_Emma, quando eu disse que sou uma vampira eu não estava brincando. Você acredita em mim?
_Não.
Numa casa havia uma casa com um muro de 3 metros. A Valquira, com um único salto, chegou até a o alto daquele muro e ficou caminhando naquele muro. Pelada e descalça.
_Pôrra, como é que você fez isso?
_Porque sou uma vampira. E outra capacidade que eu tenho é de perceber a energia das pessoas. E eu percebi , sentindo a sua energia, que eu posso confiar totalmente em você, Emma.
_Valeu, Val. Eu nunca fui falsa com meus amigos. Você acertou. E você ataca as pessoas?
_Sim, porque eu preciso beber sangue pra sobreviver. Mas sou uma vampira do bem. Eu só mordo pessoas jovens e eu mordo de um jeito que as pessoas ficam apenas com um cortezinho no pescoço.
_Eu quero sentir seus dentes em mim, Val.
A Valquiria bebeu um pouco do sangue da Emma e ela gritou de dor. Depois ficaram se beijando de língua. Então um ser jogou-se nas costas da Emma e tentou morde-la.
Valquiria jogou o vampiro no chão.
_Emma, pegue a estaca na minha mochila.
Valquiria matou o vampiro com a estaca.
_Isso é um vampiro?
_Sim. Você disse que esse bairro é tranquilo. Talvez os vampiros dessa cidade já tenham sentido que uma nova vampira chegou aqui. Tem muitos vampiros nessa cidade?
_ Eu conheço muita gente aqui na cidade e ninguém nunca ouviu falar de vampiros que estejam nessa cidade. Mas no ano passado algumas pessoas foram assassinadas e a polícia não explicou muito bem o que aconteceu. Parece que estavam escondendo aquilo que aconteceu.
_Emma, você já tinha transado no banheiro da escola, igual nós fizemos hoje?
_Sim, muitas vezes, com algumas colegas. Eu sou lésbica.
_E eu sou bissexual. E no meio da rua?
_Sim, muitas vezes. Aqui perto tem um gramado. Eu já transei ali várias vezes.
Elas foram até aquele gramado e ficaram mais de uma hora fazendo sexo e se acariciando debaixo da luz da lua cheia.
_Emma, estou muito apaixonada por você. Fazia muito tempo que eu não sentia tanto prazer numa foda. Vamos cantar.
_Pôrra, meu amor, como você gosta de cantar. No banheiro da escola cantamos aquela brega romântica. Hoje você salvou minha vida. Lembra de Salvame do RBD?
Elas cantaram :
_Não sinto mais esperança porque você não voltou mais. Sobrevivo por pura ansiedade. Com um nó na garganta. E nunca deixo de pensar em ti. Salva-me do vazio. Salva-me da solidão. Não me deixe cair jamais.
Uns garotos muito loucos passaram ali e mostraram os cacetes pra elas. O mais alto disse:
_Vocês peladas nesse gramado são um tesão do caralho. Mas quando cantam vocês são uma merda.
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