terça-feira, 25 de maio de 2021

a garçonete dando no banheiro do bar


 Cheguei no bar / e disse pra garçonete Rosemar: /


_Quero chupar coxinha de galinha. /


E ela respondeu, com a coxa encostada na minha : /


_Mas eu quero chupar ovo e mandioca. / Se você olhar pra minha buceta, / uma trombeta você toca?


_Já estou tocando. Olhando pra sua rabada , e pra sua xereca / com minha mão dentro da minha  cueca. /


Ela disse:


_Uma vez fui comprar rabada e fui enrabada porque paguei a rabada com meu rabo. /


Mostrei pra ela meu cabeção inchado / E no banheiro ela bebeu meu leite condensado. / E um cara tarado / perguntou chegando ali no banheiro : /


_Aqui  é pra mijar ou é puteiro ? /


Eu e ele fizemos com a garçonete / um sanduíche de perereca / com aquela bela xereca. / Uma linguiça naquela marreca carequinha / e outra linguiça naquela rosquinha. /


Eu tava  afogando meu ganso naquela marreca . / Minha  cobra tava comendo piranha naquela xereca. / Minha cobra pica aquela chimbica xavascona. / Um velho entrou no banheiro e viu aquela cavalona dando a cona. / Ele gritou:


_Soca pizza nela! Mas tem que ser nabo sexta. Você gosta? /


Ela disse:


_Bota na minha xota. / E no anel do meu cu e no meu capô de fusca. / É isso que você busca / pra meter? /


O velho disse:


_Você tem 20 anos. Eu tenho 20 centímetros e 20 comer. /


Ela riu e disse:


_Eu quero saber que idade você tem. Vô, sessenta? /


O velho respondeu:


_Nunca, sua fogosa que me acende e esquenta. / Eu tenho idade pra jogar futebol com você, entendeu? / Que time é teu? / Vou jogal futebol com você e com seu marido chifrudo. / Eu faço um gol em você e entro com bola e tudo. / Se você é comida, / se eu cozinho gostoso fica. / Dá "álcu" pra mim. / Porque assim eu acendo seu fogo  e assim / eu faço uma festa no seu rádio. /


Ela disse pro velho safado: /


_Na páscoa vou dar meu "cuelhinho" pra você./ E junto com meu marido um trenzinho vamos fazer. / O meu marido não dá no couro / por isso dei pra ele um chapéu de touro. / Estou com uma sede de cachorra. /


O velho disse:


_Não morra de sede, beba minha pôrra. / E agora, garçonete pelada, / eu vou contar uma piada. /  Um navio naufragou / e uma loira sobreviveu e numa ilha chegou. / O chefe dos canibais olhou pra bunda dela e disse: MIM QUER CU. / Os canibais foram cozinhar ela rapidamente / mas o cbefe disse: NÃO É PRA COMER COM OS DENTES. / MIM QUER CU / MAS É PRA COMER COM O PERU. /


Ela riu da piada / e o velho deu na buceta dela uma chupada. / E ele disse:


_Você  é uma porca. Faz programa e não lava essa xota de cachorra. / Mas nós vamos te dar um banho de pôrra. /


Eu, um outro cara e o velho esporramos na cara dela, que estava ajoelhada, / e ela ficou com a cara muito gozada. /  Ela ficou de quatro, e o seu cu ela  arreganhou. / E  gritou: /


_Agora que eu abri minha roda / vai começar a foda. /


Então essa tarada / no banheiro foi muitas vezes enrabada. / O dono do bar entrou ali e perguntou:


_Agora esse banheiro / virou zona,  bordel e puteiro ? /  Esse bar está dando prejuízo até / e se essa garçonete é tão puta, 

desse jeito depravado que ela é, / vou transformar esse bar em cabaré. /

E o bar que virou puteiro / recebeu a visita de homens do Brasil inteiro / e essa garçonete ficou famosa e muito rica / porque é especialista em chupar uma pica. / E ela tem até fregueses boiolas / porque ninguém resiste quando ela rebola a rabiola. /








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