quinta-feira, 20 de maio de 2021

 Acordei meia-noite no meu quarto me sentindo só./ Então fui pelado pro quarto da minha vó./  Eu gritei pra ela:

_Você disse que quer ser cadela e ser puta./ Então me dá essa bunda./ 

Ela disse:

_Meu neto, você é meu macho predileto. Toda a cidade me come mas só você é que é homem./ Pra você eu dou de graça./ Mete caralho no meu cu, me arregaça./

Ela ficou de quatro / com seu cu largo todo arreganhado./ Eu já fui metendo lá meu cabeção/ e a velha tava gritando de tanto tesão./ Acordou todos os moradores do bairro/ e eu arrombando o cu dela com o caralho./ 

Então minha filha universitária / chegou ali no quarto pelada./ Gritando:

_Pai, também quero ser fodida./ Enfia em mim tua pica. /

Eu disse:

_Calma, tarada, que agora tua bisavó está sendo enrabada./  / Ela é mais gostosa que tu. / Se tu estás com pressa de dar o cu / vai foder com nosso cachorro, o Bidu./

Ela respondeu :

_Pai, eu não troco nenhum macho do mundo / por você, meu macho caralhudo./ Fode logo essa velha / porque ela tem diarréia. / 

Eu respondi:

_Vai te cagar, minha filha. /  Porque a mais gostosa dessa família / é essa velha que agora estou enrabando./ Se você quer dar pro teu melhor macho, fique na fila esperando./

E minha vó disse:

_Parem já de falar, / porque agora eu vou gozar./  Quando ela teve o orgasmo / naquele cu tão largo / ela gritou um grito mais diabólico que o diabo./ E disse:

_Você arrombou tanto  meu rabo / que o orgasmo quase me matou. /

Então minha pôrra jorrou /  dentro do cu da velha./ E ela, com diarréia, / foi correndo lá pro banheiro./ 

Então num momento ligeiro / vi minha mãe pelada ali com seus pentelhos. /  Minha mãe ficou de quatro e eu já fui comendo seu rabo. /

E  então gritou a minha filha/ :

_Que injustiça nessa família! / Eu estava antes nessa fila / Pra dar pra você, meu pai, que injustiça! /

Eu disse:

_Cale a boca, filha./ E vai dar pro nosso cachorro, se você quer tanto foder. / Agora é a minha mãe que vai morrer de tanto prazer. / 

E a minha mãe sendo enrabada dizia/ :

_Quando eu te pari eu nem sabia / que, no futuro, um dia, / o meu melhor macho você seria /. Meu filho da putaria./

Quando minha mãe gozou, deu um grito tão alto de égua no cio, /  orgasmo foi tão forte que no chão ela caiu. /

Minha filha gritou /:

_Pai, agora, chegou / minha vez de ser fodida. /

Eu disse:

_Cale a boca, filha. / Porque agora é a minha sogra / que é tão feia que mata mais que a droga / , agora é ela que vai levar rola./

Enquanto eu comia minha sogra e ela gritava tanto de prazer, a minha filha queria tanto foder  / Ela estava com tanto tesão / que já não podia mais esperar. / E chorando pro nosso cão / pra ele a  buceta  ela foi dar /.

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