terça-feira, 11 de maio de 2021

compnhros em armas na zoflia

 Eu já escrevi que minha mãe tem 42 anos e mora longe perto de uns sítios porque gosta de ter um pomar, uma horta, criar cabras. Eu faço nela massagem no lombo e no rego da bunda. Ela tira a blusa, deita de bruços na cama, abre o sutiã, abaixa a saia e a calcinha até o rego da bunda aparecer.

E eu fico massageando achando que meu caralho duro vai esporrar dentro da calça. Mas hoje o assunto não é o tesão animal da minha mãe, é um outro animal: uma suína. Eu tava na frente da casa da minha mãe cantando a música do Dr Silvana:

_Taca a mãe pra ver se quica. Uma velha gritando e alguém a empurrando. A velha aterrisou no meio da sala e só por milagre não empacotou. A velha não quicou.

O Zequinha passou na estrada e eu perguntei:

_O Raimundo tá em casa?

_Não.

_Então vamos lá, caralho.

_Vocês vão pra onde?

_Pro cu do conde.

(GENTE FINA É OUTRA CATEGORIA.)

_Mãe, vou beber com o Zé.

_Esse cara é ladrão. Tem processos por roubo e agressão.

_Eu vou beber com ele, não vou casar com ele.

Eu e ele entramos pelos fundos do sítio do Raimundo e fomos até o chiqueiro da porca. O Raimundo botou a mão no cabo do facão que estava enfiado na cinta dele e gritou:

_Sigam-me os bons!

Eu botei a mão no cacete e disse:

_Companheiro em armas Zequinha. Viva Pancho Villa, grande ladrão de cavalos e grande general revolucionário. E viva nós, os grande comedores de porca.

Ele já foi arreganhando a buceta da porca com as mãos, e enfiando os dedos lá dentro. E depois apoiou  o braço no lombo dela e com a mão esquerda foi colocando o caralho na buceta.

A porca estava acostumada e não demonstrava nenhuma reação. E o Zequinha gritava que parecia um bode com dor. Ele ficou uns 15 minutos socando o pau naquela xota até que gozou.

_Não contavam com minha astúcia de Chapolin Colorado!

Eu peguei uma corda que tinha ali e levei a porca até uma parte do mato onde haviam flores. A minha mãe não gosta de romantismo, mas a porca do Raimundo gosta, por isso fizemos um sexo romântico no meio das flores.

O tesão de comer porca é porque é um bicho rústico, totalmente diferente das cadelas que são mais humanas do que muitas pessoas. E eu metendo naquela porca num vai e vem rápido, enlouquecido de tesão e suando igual um cavalo. E gozei.

Eu e o Zequinha começamos a assoviar chamando cachorro, na esperança que a rottwailer do Raimundo chegasse ali. A vó do Raimundo estava na casa, por isso nós não podíamos ir até a casa encontrar nossa namorada de 4 patas.

Ficamos assoviando e quem chegou ali foi o iscubidu.

_Puta que pariu, pensei que ia comer a cadela gostosa mas quem chegou aqui foi esse merda.

O Zequinha disse:

_Com o tesão que estou eu traço até o iscubidu.

Ele ficou acariciando o cachorro e de repente já estava metendo o caralho no cu do bicho. E o cachorro estava adorando e balançava o rabo com alegria. Depois de gozar no cu do bicho o Zé me derrubou no chão, eu caí deitado de bruços e ele se jogou em cima de mim.

Encostou o facão no meu pescoço e com a mão esquerda abaixou minha calça e minha cueca. Eu num gesto rápido peguei o pulso direito dele e torci. Ele gritou de dor e soltou o facão.

Agora ele tava deitado no chão e eu estava em pé com o facão dele e cantei uma música romântica pra ele:

_Vou te encher de porrada da garganta até teu cu. E te jogar ensanguentado no esgoto todo nu. Vem cá, seu merda louca, que eu cago dentro da tua boca. O teu saco eu estraçalho e jogo  pros cachorros comerem teu caralho.

Mandei ele ficar pelado de quatro.

_Zé, você vai deixar o cachorro te comer senão eu te dou uma facada. Você já responde processo por furto, eu posso dizer pra polícia que você quis me roubar. 

O Zé de quatro e eu arreganhando o cu dele com os dedos e assoviando pro iscubidu. E o cachorro  entendeu aquilo que eu estava sugerindo. Ele é bicho mas é mais inteligente que eu.

Enquanto o cachorro fodia o cu do Zé, eu cantei:

_iscubidu, iscubidu, não existe nada mais gostoso do que ver você comer um cu.

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