sábado, 22 de maio de 2021

 Um dia meu colega de trabalho / me convidou pra meter na mulher dele o meu caralho. / Então nós chegamos na casa dele, o Genival./ E a mulher dele já abriu minha calça e foi chupando o meu pau. /

Eu levei ela pra cama onde dormia esse casal / e comi o cu dela com um tesão de animal. / Depois de gozar comendo aquela rabeta / já fui socando o meu caralho dentro da buceta. / E o Genival olhando a foda batia punheta. /

Num ritmo selvagem eu fodia / e na xota dela a rola inteira eu metia. /  O Genival gritava:

_Fode mais a minha mulher, seu macho caralhudo. / 

E a mulher dele gritou:

_Enfia até as bolas, vai com tudo. /

Ela deu um grito de fêmea no cio quando gozou / e então dentro dela o meu pau já esporrou. / O Genival punheteando disparou pôrra na minha cara. /

Então entrou no quarto a filha deles universitária. /

O Genival perguntou pra ela:

_Você quer foder com essa caralhudo? /

A gostosa olhou meu pau e disse:

_Mete tudo dentro da minha rabeta , mete  fundo. /

Começamos a fazer um sexo anal selvagem demais. /

Ela disse:

_Vou gozar,  vai me fodendo que eu quero muito mais! /

Quando eu gozei dentro do cu dela, ela latiu igual cachorra. /  E o pai dela punheteando acertou em mim a pôrra. /

Então chegou ali no quarto a mãe dele, uma coroa gostosa./  E ele disse:

_Mãe, você quer dar pro meu amigo essa buceta cor de rosa? /

Ela disse:

_Sim, eu quero dar pra esse macho que está pelado e também está nu. / Mas quero que ele arregace muito o meu cu. / 

Ela ficou de quatro / e eu fui arrombando o cu dela ali no quarto. /

Então a filha e a mulher do Genival / gritaram:

_Nós queremos outra vez o seu pau. /

Quando a mãe dele gozou, ela deu um grito animal. / Mas quem gritava mais era o corno Genival. /  Punheteando ele disparou pôrra na minha bunda / E gritou:

_Amigo, fode mais essas vagabundas./

A mulher dele, a filha dele e a mãe dele estava peladas de quatro rebolando o rabo / e gritaram:

_Fode mais a gente, seu safado. / 

Então uma cadela bulldog entrou ali no quarto /  E o Genival disse:

_Quero que você coma a minha cachorra. /

 E outra ele acertou em mim sua pôrra. / Eu disse:

_Genival aproveita que você está nu./ E enfia essa cachorra dentro do teu cu. /

E então o Genival cantou:

_Eu gosto de ser corno, muito corno eu sou. / A minha mulher transa até com meu vovô. /

E eu disse:

_Corno Genival, / ser seu amigo é uma maravilha. / Você deixa eu meter o pau /  em toda a sua família./

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