Um dia meu colega de trabalho / me convidou pra meter na mulher dele o meu caralho. / Então nós chegamos na casa dele, o Genival./ E a mulher dele já abriu minha calça e foi chupando o meu pau. /
Eu levei ela pra cama onde dormia esse casal / e comi o cu dela com um tesão de animal. / Depois de gozar comendo aquela rabeta / já fui socando o meu caralho dentro da buceta. / E o Genival olhando a foda batia punheta. /
Num ritmo selvagem eu fodia / e na xota dela a rola inteira eu metia. / O Genival gritava:
_Fode mais a minha mulher, seu macho caralhudo. /
E a mulher dele gritou:
_Enfia até as bolas, vai com tudo. /
Ela deu um grito de fêmea no cio quando gozou / e então dentro dela o meu pau já esporrou. / O Genival punheteando disparou pôrra na minha cara. /
Então entrou no quarto a filha deles universitária. /
O Genival perguntou pra ela:
_Você quer foder com essa caralhudo? /
A gostosa olhou meu pau e disse:
_Mete tudo dentro da minha rabeta , mete fundo. /
Começamos a fazer um sexo anal selvagem demais. /
Ela disse:
_Vou gozar, vai me fodendo que eu quero muito mais! /
Quando eu gozei dentro do cu dela, ela latiu igual cachorra. / E o pai dela punheteando acertou em mim a pôrra. /
Então chegou ali no quarto a mãe dele, uma coroa gostosa./ E ele disse:
_Mãe, você quer dar pro meu amigo essa buceta cor de rosa? /
Ela disse:
_Sim, eu quero dar pra esse macho que está pelado e também está nu. / Mas quero que ele arregace muito o meu cu. /
Ela ficou de quatro / e eu fui arrombando o cu dela ali no quarto. /
Então a filha e a mulher do Genival / gritaram:
_Nós queremos outra vez o seu pau. /
Quando a mãe dele gozou, ela deu um grito animal. / Mas quem gritava mais era o corno Genival. / Punheteando ele disparou pôrra na minha bunda / E gritou:
_Amigo, fode mais essas vagabundas./
A mulher dele, a filha dele e a mãe dele estava peladas de quatro rebolando o rabo / e gritaram:
_Fode mais a gente, seu safado. /
Então uma cadela bulldog entrou ali no quarto / E o Genival disse:
_Quero que você coma a minha cachorra. /
E outra ele acertou em mim sua pôrra. / Eu disse:
_Genival aproveita que você está nu./ E enfia essa cachorra dentro do teu cu. /
E então o Genival cantou:
_Eu gosto de ser corno, muito corno eu sou. / A minha mulher transa até com meu vovô. /
E eu disse:
_Corno Genival, / ser seu amigo é uma maravilha. / Você deixa eu meter o pau / em toda a sua família./
Nenhum comentário:
Postar um comentário